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domingo, 16 de outubro de 2011

Meia Noite em Paris

Quase todas as semanas vou ao cinema mas o comentário que fiz, quando saí da sala sexta à noite, foi: Que saudades eu já tinha de ver um bom filme!!!
Gil a Adriana
Meia noite em Paris é o novo filme de Woody Allen onde ele nos leva até à cidade luz e com uma história cheia de magia  faz o seu melhor filme em anos e dos melhores que vi nos últimos tempos.

O filme retrata a história de um escritor de guiões para cinema, norte-americano, bem-sucedido, mas frustrado, Gil  Pender (interpretado por Owen Wilson e  alter-ego do realizador). O seu sonho é ser escritor e viver em Paris. Ao contrário, a sua  noiva Inez (Rachel McAdams) quer viver em Malibu e detesta a  ideia de deixar os Estados Unidos.  

O fascínio de Gil sobre a cidade leva-o numa viagem até aos anos 20 (época que adora) onde vai conviver com os mais consagrados artistas do último século, nas mais diversas áreas - Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, Cole Porter, Pablo Picasso, Dali e Luis Buñuel – e descobrir-se a si próprio.

Nestas "viagens" vive ainda uma história de amor apaixonando-se por Adriana (Marion Cotillard), uma estudante de alta-costura que teria servido de inspiração para um quadro de Picasso na década de 20. 

É através dela que surge a principal mensagem do filme: Não vale a pena viver insatisfeitos com o presente e valorizar o passado ou imaginar que estávamos melhor se estivéssemos noutro lugar porque a vida é assim mesmo, não importa a época, esta é a nossa, e é nela que existimos e existiremos!!!

Quanto a Paris, saliento a sequência de imagens iniciais lindíssima - 2/3 minutos de imagens da cidade com música - e Woody Allen conseguiu sem dúvida, retratar na perfeição a cor daquela cidade… Simplesmente magnífica!!!

Um filme a não perder!!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Discurso do Rei

Este fim de semana fui ao cinema. É mais uma das minhas paixões que ultimamente tenho posto de parte nos últimos tempo - por falta de tempo e de conteúdo cinematográfico - mas o regresso foi em grande: Fui ver o Discurso do Rei.


O filme retrata a história do Rei Jorge VI, pai da rainha Isabel II de Inglaterra, e da sua ascenção ao trono após o seu irmão ter abdicado e do seu problema que todos os médicos de grandes credênciais teimavam em não conseguir resolver - a sua gaguês. Neste filme retrata-se especialmente a relação do monarca com o seu terapeuta da falta - brilhantemente interpretado pelo actor Geoffrey Rush. Lionel Logue (o terapeuta) é  um homem simples mas assertivo, que teimou em tratar o rei como um igual e com os seus métodos pouco convencionais conseguiu transformar um homem inseguro num lider.

Excelentes interpretações!!! Excelente filme!!!!  Gostei especialmente da teimosia do terapeuta que não obstante as resistências impostas pelo protocolo, conseguiu mais do que resolver o problema de gaguês, criar uma duradoura relação de amizade com o monarca. Achei deliciosos os toques de humor num filme de cariz mais sério.

Muito bom!!! Aconselho vivamente!!!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O turista

No sábado fui ao cinema ver "O Turista", um remake de um filme francês.
Trata-se de um policial romântico (se é que o género existe) cuja publicidade fazia prever um belissimo filme. O elenco liderado por Angelina Jolie e Johnny Deep também prometia!!!

O filme conta a história de um turista americano em viagem pela Europa (Johnny Deep) que, aparentemente por acidente, conhece uma misteriosa mulher (Angelina Jolie) num comboio para Veneza. Em Veneza vivem uma aventura perigosa e o romance vai nascendo.

O filme é interessante, a história está bem conseguida, mas desiludiu-me um pouco a falta de química entre a Angelina Jolie e o Johnny Deep. Eu adoro o Johnny Deep mas decididamente não consegui vibrar com este Frank Tupelo. É uma personagem demasiado normal para o brilhantismo que ele, de um modo geral, empresta às suas interpretações.

Criticas à parte, como já não ía ao cinema há algumas semanas, soube-me bastante bem ver este filme onde destaco, sem dúvida, num enredo complicado (ou não - porque a meio o filme previ logo o final) as cenas de comédia, que são inteiramente protagonizadas pelo Johnny Deep (aqui sim parecia ele) e que tornam o filme leve e agradável de seguir.

Recomendo!!! É um serão agradável!!!